Escolas - Reveja a reportagem da Edição 13

19/02/2009

Fonte: Cláudio Famadas, na Edição 13 da Revista Wake Brasil

Piloto da TAM dá um rolé pelas escolas de wake brasileiras

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

Há pouco mais de um ano, fui apresentado ao wakeboard pelo lendário André “Dedé” Figueiredo, instrutor e proprietário da escola 2D, em São Paulo. Esse início com a 2D foi fantástico, pois o Dedé é muito técnico e didático, ensinando o refinado estilo “old school”.

Então, um dia, ele me perguntou por que eu não aproveitava os privilégios da minha profissão de piloto de linha aérea para conhecer outros picos de wake.

Como naquela semana eu iria a Brasília, ele indicou-me Valberto Dantas, o Val, e foi assim que resolvi dar uma volta por algumas escolas do país e mandar um comentário das que conheci até então para a Revista Wake Brasil, visando pilhar os leitores a irem às escolas e assim começarem a praticar wake de forma segura.


EM BRASÍLIA

Desde o primeiro contato por telefone, o Val, da Wake Escola de Brasília, já mostrou um caráter sensacional. Todas as aulas que fiz no DF foram com ele, e claro, com a presença de sua fiel escudeira Vanessa, que assumiu a pilotagem da lancha, deixando o Val livre para me assistir todo o tempo.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

Com um megafone nas mãos, ele me passou instruções durante toda a session, o que otimizou o tempo de aula. E suas palavras de motivação dão gás extra pra querer sempre ir mais alto.

Ainda não tive a oportunidade de conhecer as outras escolas da região...


NO RIO DE JANEIRO

Tive duas experiências com escolas do Rio, mas vale a pena contar a que tive com o Greg Stassen, da Rio Wake School. O astral da Lagoa Rodrigo de Freitas é fantástico. Apesar de a água não ser lá essas coisas, é um pico que vale a pena conhecer.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

O Greg é europeu, fala português bem, mas com um certo sotaque. O pico é legal demais dentro da cidade e a marola joga bem. Bastam poucos minutos com ele para perceber o profissionalismo e a seriedade com que conduz as aulas, passando as instruções de maneira simples, direta e eficaz.


EM MANAUS

Para quem não conhece o pico, é meio chato de encontrar, mas consegui pegar uma carona com Paulo Azize e Makako, instrutor da Black River e rider, respectivamente. Os caras me receberam muito bem, me contaram várias histórias loucas do wake na região, e finalmente chegamos no pico...

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

O lugar é alucinante, um visual sem igual, glass e água quente o dia todo, todos os dias do ano. Paraíso... Os dois foram extremamente atenciosos e preocupados com qualidade da aula, sempre mostrando como eu poderia melhorar o que já sabia usando um grab ou um pouco mais de poke.

Alucinante o rolé no Amazonas...


EM FLORIANÓPOLIS

Em Floripa, logo entrei em contato com o Sergião, da WakeGiant, que me deu todos os toques da meteorologia local. O melhor horário para aula é pela manhã bem cedo, pois na Lagoa da Conceição costuma ventar bastante e nos fins de semana há muitos barcos que nem sempre respeitam a raia.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

O Sergião é um cara simples e carismático que instrui de maneira sutil. Falou também de um lance bem legal: as diferenças do wake na água salgada, que por ser mais densa proporciona maior flutuação. O barco usado é uma Wakestar linda demais, preta e amarela.

Floripa é um pico show para passar alguns dias andando de wake e curtindo as belezas locais.


EM SÃO PAULO

Nos últimos seis meses tenho feito as aulas em São Paulo, na Marreco Wake School, e ainda não conheci as outras diversas escolas do estado.A água da Guarapa não é muito boa, mas também não é tão ruim como muita gente pensa. A comodidade de estar localizada dentro da capital faz valer a pena.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

Como a escola tem três instrutores (Marreco, Jovem e Valim), é muito fácil conseguir disponibilidade de horários e, além disso, eles têm, sem dúvidas, a melhor estrutura de todas que fui até agora. Esquimar Wake Pro, slider, wakesurf, wakeskate, vídeos, tudo...

O estilo de instruir dos três é similar e de alto nível, focando sobretudo o desenvolvimento do aluno, sem muitas vacas feias. Durante as férias escolares, eles ministram clínicas em Nazaré Paulista, o que é uma excelente opção para um desenvolvimento mais rápido. Compensa demais.

Pretendo dar ainda um pulinho em RS, MG, CE e MS, e depois repetir os estados indo a outras escolas. Mando notícias!

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19/02/2009

Escolas - Reveja a reportagem da Edição 13

Fonte: Cláudio Famadas, na Edição 13 da Revista Wake Brasil

Piloto da TAM dá um rolé pelas escolas de wake brasileiras

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

Há pouco mais de um ano, fui apresentado ao wakeboard pelo lendário André “Dedé” Figueiredo, instrutor e proprietário da escola 2D, em São Paulo. Esse início com a 2D foi fantástico, pois o Dedé é muito técnico e didático, ensinando o refinado estilo “old school”.

Então, um dia, ele me perguntou por que eu não aproveitava os privilégios da minha profissão de piloto de linha aérea para conhecer outros picos de wake.

Como naquela semana eu iria a Brasília, ele indicou-me Valberto Dantas, o Val, e foi assim que resolvi dar uma volta por algumas escolas do país e mandar um comentário das que conheci até então para a Revista Wake Brasil, visando pilhar os leitores a irem às escolas e assim começarem a praticar wake de forma segura.


EM BRASÍLIA

Desde o primeiro contato por telefone, o Val, da Wake Escola de Brasília, já mostrou um caráter sensacional. Todas as aulas que fiz no DF foram com ele, e claro, com a presença de sua fiel escudeira Vanessa, que assumiu a pilotagem da lancha, deixando o Val livre para me assistir todo o tempo.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

Com um megafone nas mãos, ele me passou instruções durante toda a session, o que otimizou o tempo de aula. E suas palavras de motivação dão gás extra pra querer sempre ir mais alto.

Ainda não tive a oportunidade de conhecer as outras escolas da região...


NO RIO DE JANEIRO

Tive duas experiências com escolas do Rio, mas vale a pena contar a que tive com o Greg Stassen, da Rio Wake School. O astral da Lagoa Rodrigo de Freitas é fantástico. Apesar de a água não ser lá essas coisas, é um pico que vale a pena conhecer.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

O Greg é europeu, fala português bem, mas com um certo sotaque. O pico é legal demais dentro da cidade e a marola joga bem. Bastam poucos minutos com ele para perceber o profissionalismo e a seriedade com que conduz as aulas, passando as instruções de maneira simples, direta e eficaz.


EM MANAUS

Para quem não conhece o pico, é meio chato de encontrar, mas consegui pegar uma carona com Paulo Azize e Makako, instrutor da Black River e rider, respectivamente. Os caras me receberam muito bem, me contaram várias histórias loucas do wake na região, e finalmente chegamos no pico...

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

O lugar é alucinante, um visual sem igual, glass e água quente o dia todo, todos os dias do ano. Paraíso... Os dois foram extremamente atenciosos e preocupados com qualidade da aula, sempre mostrando como eu poderia melhorar o que já sabia usando um grab ou um pouco mais de poke.

Alucinante o rolé no Amazonas...


EM FLORIANÓPOLIS

Em Floripa, logo entrei em contato com o Sergião, da WakeGiant, que me deu todos os toques da meteorologia local. O melhor horário para aula é pela manhã bem cedo, pois na Lagoa da Conceição costuma ventar bastante e nos fins de semana há muitos barcos que nem sempre respeitam a raia.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

O Sergião é um cara simples e carismático que instrui de maneira sutil. Falou também de um lance bem legal: as diferenças do wake na água salgada, que por ser mais densa proporciona maior flutuação. O barco usado é uma Wakestar linda demais, preta e amarela.

Floripa é um pico show para passar alguns dias andando de wake e curtindo as belezas locais.


EM SÃO PAULO

Nos últimos seis meses tenho feito as aulas em São Paulo, na Marreco Wake School, e ainda não conheci as outras diversas escolas do estado.A água da Guarapa não é muito boa, mas também não é tão ruim como muita gente pensa. A comodidade de estar localizada dentro da capital faz valer a pena.

Foto: Arquivo Pessoal Claudio Famadas

Como a escola tem três instrutores (Marreco, Jovem e Valim), é muito fácil conseguir disponibilidade de horários e, além disso, eles têm, sem dúvidas, a melhor estrutura de todas que fui até agora. Esquimar Wake Pro, slider, wakesurf, wakeskate, vídeos, tudo...

O estilo de instruir dos três é similar e de alto nível, focando sobretudo o desenvolvimento do aluno, sem muitas vacas feias. Durante as férias escolares, eles ministram clínicas em Nazaré Paulista, o que é uma excelente opção para um desenvolvimento mais rápido. Compensa demais.

Pretendo dar ainda um pulinho em RS, MG, CE e MS, e depois repetir os estados indo a outras escolas. Mando notícias!


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Comentários

roberto (21/02/2010 09:41h)

Amigos ou apaixonado por esporte aquatico tenho um jet para tres pessoas ou seja um jet grande e uma prancha de wake a um ano e estou tentando subir e não consigo ficar de pé já tentei com amigos eu acho que não teno força nos braços e nas penas suficiente até vou comezar a fazer musculação paraver se é este o problema.Se tiver alguma técnica diferente me digam
muito obrigado Roberto

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